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Perfumes da L’Oréal impulsionam resultado de sua divisão de luxo

Publicado em



13 de fevereiro de 2023

Pelo segundo ano sucessivo, a ramificação de luxo do grupo gaulês de formosura L’Oréal, que inclui as marcas Lancôme, Armani e Yves Saint Laurent, foi a principal da empresa, com vendas de 14,6 bilhões de euros, um desenvolvimento de 18,6% (+10,2% em perímetro comparável). A L’Oréal disse estar “superando o mercado”, já que, segundo suas estimativas, a formosura de luxo registrou desenvolvimento de 8% nas vendas globais em 2022.

Perfume 'Libre' de Yves Saint Laurent
Perfume “Libre” de Yves Saint Laurent – DR

Os resultados da ramificação foram impulsionados pelo segmento de cuidados com a pele, que registrou desenvolvimento de 7% graças às vendas de produtos “ultra-premium” assinados pelas marcas Lancôme e Helena Rubinstein, esta última relançada recentemente na rede física francesa.
 
As aquisições de marcas porquê a marca americana de superalimentos Youth to the People, em dezembro de 2021, e a japonesa Takami também contribuíram para o desenvolvimento da ramificação de luxo. Mas foi, sobretudo, a perfumaria que liderou o caminho.

De vestuário, com suas fragrâncias Prada, Lancôme, Yves Saint Laurent e Giorgio Armani, o segmento viu suas vendas dispararem 23% em 2022. A L’Oréal também contou com o bom lançamento das fragrâncias Valentino e Prada. Em apresentação orquestrada por Cyril Chapuy, presidente da L’Oréal Luxe, o grupo também destacou o surgimento de coleções de perfumes porquê as da Maison Margiela.
 
Ou por outra, em outubro do ano pretérito, a L’Oréal criou uma entidade dentro da ramificação de luxo nomeada “marcas de perfumes de luxo” e composta por oito marcas, incluindo Maison Margiela, Viktor & Rolf, Azzaro, Diesel, Cacharel e Atelier de Cologne. O objetivo desta novidade entidade é “enriquecer a expertise do grupo em perfumaria e desenvolver as marcas de perfume de eixo único da L’Oréal no contexto de uma explosão global da categoria de perfumes”, explicou Sandrine Groslier, recém-nomeada presidente da ramificação.
 

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A guerra dos perfumes

 
Assim, em um mercado de perfumaria dinâmico, de quem desenvolvimento global deve ser de 17% em 2022, segundo a L’Oréal, a guerra para fortalecer seu portfólio olfativo promete ser acirrada. Depois de aparentemente perder a obtenção da licença da marca de perfumes e formosura Byredo para a espanhola Puig, a L’Oréal estaria concorrendo a uma participação acionária na marca de formosura australiana Aesop, que pertence ao grupo brasílio Natureza & Co, uma marca que, no entanto, oferece unicamente algumas fragrâncias.
 
Seus concorrentes também são muito ativos, porquê a americana Estée Lauder, que comprou a Tom Ford Beauty, da qual detinha a licença, e também desenvolverá a Balmain Beauty. Quanto ao grupo Kering, leste acaba de anunciar a geração da Kering Beauté, uma novidade entidade que reúne cinco marcas do gigante gaulês do luxo: Bottega Veneta, Balenciaga, Alexander McQueen, Pomellato e Qeelin. O grupo de luxo poderá em breve integrar os produtos de formosura Gucci, atualmente vendidos sob licença pelo grupo Coty.
 
No ano fiscal de 2022, as vendas da L’Oréal aumentaram 10,9%, para 38,3 bilhões de euros.
 

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